sábado, julho 25, 2015

A amazona comia seu derradeiro seio

A amazona comia seu derradeiro seio
À noite antes da batalha final
Seu cavalo calvo respirava o ar fresco do mar
Escoiceando de ódio relinchando seu medo
Pois os deuses desciam dos montes da ciência
Traziam consigo os homens
E os tanques


(poetisa franco-egípcia nascida faz hoje 87 anos) 

Tradução de Roberto Bessa

2 comentários:

Vieira Calado disse...

Pois, caro amigo, os tanques é que é o pior...
Ainda se fosse o tanque da horta do meu avô, onde eu me deliciava quando era puto...

Um bom verão para si!

Um abraço!

jrd disse...

Sempre os homens que trazem as guerras.

Um abraço