sexta-feira, agosto 22, 2014

Dói

Dói meu povo faminto,
a criança de rosto descolorido.
Dói escutar o vento
solitário da pátria empobrecida.
Essa gargalhada misteriosa
filha da morte.


(poetisa boliviana que hoje faz 65 anos)

1 comentário:

jrd disse...

Dor índia.

Abraço