How many times must a man look up, Before he can see the sky? How many ears must one man have, Before he can hear people cry? The answer, my friend, is blowin' in the wind. The answer is blowin' in the wind.
segunda-feira, outubro 19, 2009
domingo, outubro 18, 2009
sábado, outubro 17, 2009
sexta-feira, outubro 16, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009
quarta-feira, outubro 14, 2009
terça-feira, outubro 13, 2009
segunda-feira, outubro 12, 2009
domingo, outubro 11, 2009
sábado, outubro 10, 2009
sexta-feira, outubro 09, 2009
quinta-feira, outubro 08, 2009
Enquanto, no seu país, 7 milhões de hondurenhos lutam e morrem, sob a bota dos golpistas, pelo regresso do país à normalidade democrática, falcões saudosos da guerra fria traficam - a peso de ouro – influências em Washington para redireccionar a posição inicial da administração Obama, alegadamente apoiados na sombra pela Secretária de Estado.
Cartoon: Umpierrez
quarta-feira, outubro 07, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
domingo, outubro 04, 2009
sexta-feira, outubro 02, 2009
quinta-feira, outubro 01, 2009
Cegueira de Olhos Abertos A cegueira que cega cerrando os olhos, não é a maior cegueira; a que cega deixando os olhos abertos, essa é a mais cega de todas: e tal era a dos Escribas e Fariseus. Homens com os olhos abertos e cegos. Com olhos abertos, porque, como letrados, liam as Escrituras e entendiam os Profetas; e cegos, porque vendo cumpridas as profecias, não viam nem conheciam o profetizado. (...) Esta mesma cegueira de olhos abertos divide-se em três espécies de cegueira ou, falando medicamente, em cegueira da primeira, da segunda, e da terceira espécie. A primeira é de cegos, que vêem e não vêem juntamente; a segunda de cegos que vêem uma coisa por outra; a terceira de cegos que vendo o demais, só a sua cegueira não vêem.
Padre António Vieira, in "Sermões”
Quem quiser verificar a perfeita actualidade do Padre António Vieira, pode passar os olhos pela inqualificável arenga - inqualificável porque, nem todos juntos, os termos canalha, nojenta, ajavardada, nauseabunda, repugnante, torpe, merdilheira, conspurcante, infecta, engulhosa, asquerosa e merdosa conseguiriam catalogar genuinamente aquela prosa - de VGM publicado ontem no Diário de Notícias. Mas é conveniente estar de estômago vazio, pois a náusea vai ser extrema, pelo menos para 70,1% dos portugueses. O mau perder, o desespero anti-democrático e a baixa linguagem atingem as raias da insanidade. Desengane-se quem pensava que o nível político já tinha batido no fundo. Como é possível, mais de 40 anos depois, um tal bolor salazarento?
